Uma coleção de jóias

Outro fã, ainda maior, escreve - 3 de Fevereiro de 2006

Ei Gritão Silencioso:

Quem diabos você e Roger 'Garoto Prozac' Glover pensam que são para contrariar o desejo de Ritchie de fazer um único show? É óbvio que vocês, esnobes pretenciosos, precisam cair na real:

  • Se Ritchie não quisesse um cantor mais dinâmico em '69 então você seria um ator de terceira categoria ao invés de um cantor ultrapassado e o Garoto Prozac estaria provavelmente limpando banheiros, hoje;
  • Ninguém está dizendo que Ritchie não cometeu erros mas ele não arruinou o Deep Purple. Como guitarrista e principal compositor, ele foi o maior responsável pelo sucesso fenomenal nos anos 70 e a gloriosa reunião nos anos 80. Ele foi também o maior responsável pela comercialização do House of Blue Light, que lembrava o Rainbow DD (depois de Dio) e a recomendação de JLT ao invés de Ronnie quando você foi justificavelmente demitido;
  • De fato, foi você quem arruinou o Deep Purple e é o responsável por dois dos três fundadores abandonarem a banda. Ritchie saiu em desgosto devido às suas performances erráticas depois de ser engessado todas em as noites na turnê do Toolbox e Jon se aposentou por causa do seu desejo de fazer turnês sem fim; e
  • A morte oficial do Deep Purple ocorreu com a esnobe e auto-indulgente contratação de um guitarrista de southern rock para substituir o maior guitarrista de hard rock de todos os tempos ao invés de fazer audições com membros ilustres da família purple, como Dave 'Rock' Feinstein.

Glenn Hughes arrogantemente se referiu ao lixo que ele lançou com JLT como o tipo de música que o Deep Purple sonha em gravar, aumentando a possibilidade dele estar alto na cocaína denovo. Ele confunde os discos do HTP com o clássico Third Wish de Feinstein.

O soberbamente produzido Third Wish é o melhor disco de hard rock/heavy metal desde Perfect Strangers e um dos grandes discos de metal já feitos. Third Wish é uma volta aos discos do iníco dos anos 70 que é bom do início ao fim com um som moderno e foi um alívio para nós, fãs de rock pesado clássico de sangue roxo e famintos.

A formação atual com Steve 'Roqueiro Caipira' Morse não tem potencial nem para mediocridade. Eu tenho descrito a infantil falta de noção desta formação como música para os lobotomizados feita pelos lobotomizados e eu estou muito ofendido que um hipócrita como você tenha escolhido lançar esse refugo irrecuperável usando o então ilustre nome Deep Purple por simples razões comerciais. Se você e o Garoto Prozac acham que é apropriado usar o nome Deep Purple para distribuir musica ambiente para banheiros portáteis como 'Crapture of the Shallow' (Farrapos dos Superficiais) então vocês dois podem S* F****!!!

Embora eu possa entender por que Ritchie iria querer tocar sua música denovo, eu não entendo por que ele iria jamais querer se apresentar com você e o Garoto Prozac denovo. Vocês são uma ofensa para ex-desbotados e o Garoto Prozac não teve uma única idéia criativa significante desde que ele saiu. Eu preferiria que Ritchie e Ronnie resolvessem suas obrigações contratuais e reformassem o Rainbow para uma turnê mundial com a ajuda de um Feinstein ressuscitado.

Eu tenho certeza de que vocês sabem muito bem que tanto David Coverdale quanto Glenn Hughes demonstraram um interesse em se apresentar com o Deep Purple novamente depois que o sonho de Jon foi espalhado na Internet. Porque vocês não criam coragem e admitem que vocês ficam nervosos com Ritchie, Jon e Ian Paice se apresentando juntos mesmo por um único show porque vocês têm medo de que eles irão discutir a possibilidade de fazer uma formação legítima do Deep Purple com gente como Coverdale e Hughes, Ronnie James Dio e Bob Daisley, Ashley Holt e Nick Simper, ou John West e Jeff Howell?

Jon sugeriu que uma reunião teria de partir de Ritchie, o que é compreensível uma vez que o Deep Purple era a banda DELE. Infelizmente, será necessário acordar o Paice em estado de coma uma vez que ele é o único membro original restante que vocês não antagonizaram a sair!

Richard Feldman
Email: richard_feldman@........net

Nota do editor - tomei a ação um tanto não-Caramba de substituir algumas letras por asteriscos poucos parágrafos acima, é que eu fiquei um pouco preocupado que o expletivo roubaria o tom de uma carta tão amorosa.

Um fã escreve - Out/Nov 2005
from http://com3.runboard.com/bdeeppurplefanforum.fmainchat.t2397|offset=10
  - embora o tópico parece ter sido fechado agora (?)

Se você quer realidade na música então você deveria ouvir Helen Reddy. A realidade é que Ritchie Blackmore, Jon Lord e Ian Paice representam o que o Deep Purple era e no caso desta banda de tributo hoje, ainda é. Ter uma foto de Ian Gillan e sua alegre banda de tributários de Blackmore é uma blasfêma (sic) ao nome Deep Purple. Não é esta cambada que vende ingressos hoje em dia,é o fato de que eles fazem tributo à era de Ritchie Blackmore e Jon Lord que os vendem. Também não é esta cambada que fez o nome Deep Purple uma força para com a qual se contar, seja atual ou não, é o triumvirato de JL, IP e RB que colocaram o DP no mapa. Isto é apenas o Rainbow de um pobre homem com apenas 2/5 da era pop daquela banda intactos e o principal construtor de músicas fora de cena.
Se você precisa incluir mais do que a formação MKII, que você deveria, então deveria ser todo mundo. O falso DP do Evans em 1980 tem tanto direito ao nome Deep Purple quanto esta cambada.

From: O Grauoiãd - 27 de Maio de 2004

Em um artigo sobre Pavarotti Adam Sweeting diz:

"Pavarotti e Amigos produziu incontáveis momentos inacreditáveis como Ian Gillan do Deep Purple cantando Nessun Dorma (nada fácil quando você soa como um encanador com enfisema)"
contribuído por Rick Goodwin

veja Q&a 69

De: O Lírico, Star City, 20 de Abril

Deep Purple, Star City

Data: 22 de Abril de 2004

Por Bernard Zuel

Como qualquer pai sabe, algumas vezes lamentosamente, você é julgado por sua prole. É claro que a verdade pode ser completamente diferente mas mandem crianças esfarrapadas e maltrapilhas e as pessoas acham que vocês são meio desleixados. Mandem crianças divertidas e vivazes e vocês são considerados pais divertidos, impressionantes.

Tome por exemplo Billy Thorpe, que abriu o show para o Deep Purple. Sua voz ainda soa bem e ele tem um gosto pela vida de roqueiro que é impressionante. Mas não leva muito tempo para ser lembrado de como Thorpe desovou o estilo "dull boogie" que definiu o rock de bar Australiano por duas décadas.

Contemporâneos grosseiros do Deep Purple foram do Black Sabbath e os filhos do Sabbath são ambos o lamacento fim do grunge e a descompromissada marca Metallica de metal. É um legado que é intenso, pesado e respeitado mas francamente não muito divertido.

O mesmo não pode ser dito sobre o Deep Purple. Conforme eles mostraram novamente em um show de 100 minutos que pregou aos profundamente satisfeitos fiéis, o Deep Purple pode ser responsabilizado, para melhor e para pior, pelos tipos como Def Leppard, Iron Maiden, Guns n' Roses e glam metal em geral, até pelo the Darkness de hoje. Bandas onde o pop (como em músicas) pode coexistir com riffs e volume. Bandas que, como o Purple, atraem mulheres também, não apenas homens solteiros com cabelo ruim.

Woman from Tokyo, por exemplo, ainda balança tanto quanto bate graças à flexível seção rítmica de Roger Glover e Ian Paice; Strange Kind of Woman tem o blues (como em Chicago), não o blues (como em depressão); e é claro Highway Star realmente faz você querer pegar a estrada e voar (sim, mesmo em minha Suzuki de 12 anos) durante toda a música por causa do trabalho de guitarra do Steve Morse.

A perda naturalmente é que você tem que conviver com momentos finórios, e eu não quero dizer apenas a dança estranha do Ian Gillan. Teve o solo de teclado do Don Airey que viajou de progressivo à barroco à Waltzing Matilda mas começou a soar tanto quanto uma demonstração de loja de órgão que eu meio que esperei Chris Marshall aparecer. E então teve uma nova música que Gillan (cuja voz ainda treme gaiolas) apresentou com "Isto é em 7/4 e 5/4" mas cujas letras tipicamente terríveis sugeriram que realmente era em '74.

Mas ei, era alto de sangrar os ouvidos, a banda não conseguia tirar os sorrisos de seus rostos a noite toda, dúzias de pessoas entretidas com o bater de cabeças expontâneo e as músicas Space Trucking e Black Night são tanta diversão burra quanto você poderia querer. Como Jack Black diria, nós erguemos o cálice do rock.

O Deep Purple se apresenta no Lírico hoje à noite e no Teatro Estadual na segunda.

De: A Estrela de Toronto

Deep Purple — caras, vocês desrespeitaram seus clássicos

VIT WAGNER
CRÍTICO DE MÚSICA POP

Vou admitir, cético como eu estava sendo, que o Deep Purple me atraiu para a sua intensa recriação do clássico prog/metal de 1972 Machine Head no Massey Hall na noite de ontem — isto foi até que eles trocaram a seqüência de forma que "Smoke On The Water," a faixa mais conhecida do disco, foi movida para o final.

Não interprete mal. Não é que eu seja um purista com relação ao Deep Purple. Foi mais fácil do que o esperado desperceber a ausência do guitarista original Ritchie Blackmore. Não é nem que o disco, que eu tocava muito obsessivamente quando foi lançado, ainda me proporciona nostalgia.

É só que foi muito obviamente uma trapaça. E uma estranhamente contraditória neste aspecto.

Até aquele ponto, o cantor Ian Gillan e colegas originais Ian Paice na bateria e Roger Glover no baixo, soberbamente auxiliados pelo guitarrista Steve Morse e o tecladista Don Airey, estavam fazendo parecer mesmo que o Machine Head tinha muito mais a oferecer do que apenas aquela música. Então, ao que parece, eles decidiram que aquela música era realmente o que ela era, afinal.

"When A Blind Man Cries" foi um deslize, uma faixa da mesma sessão que não fez parte do disco, entre os lados. Ao inverter a ordem no final, começando com o encerramento "Space Truckin'" seguido por "Lazy" então "Smoke On The Water," eles criaram um grande clímax mas enfraqueceram o argumento.

O início dos anos 70 foram a era do "rock de disco," um tempo em que singles estavam em declínio e estações de rádio iriam freqüentemente tocar um LP em sua íntegra. Números no estilo jam como "Space Truckin'" eram peças finais clássicas. E parecia um encerramento na noite passada quando a banda reproduziu o final sinteticamente crescente da música.

Pois bem. Talvez o Deep Purple estava preocupado que a única coisa após "Smoke On The Water" fosse uma apressada debandada para as saídas.

Improvável. O público, totalmente excitado pela abertura do Thin Lizzy, se agarrou a cada acorde. E como você pode imaginar, houveram muitos acordes.

Verdade, a casa não estava bombando tanto durante a primeira porção do set, quando a banda ia pra frente e pra trás entre cortes do seu atual lançamento, Bananas, e as velhas favoritas "Woman From Tokyo" e "Strange Kind Of Woman". Mas a resposta foi mais do que respeitável, especialmente dada a óbvia fraqueza do registro alto do Gillan.

Mas Machine Head foi o que eles vieram ouvir. E Machine Head foi o que eles tiveram. Ou pelo menos algo muito próximo disso.

De: Arquivo de Edições Anteriores da Gravadora Roadrunner

BANDA FAVORITA DE ESCRITOR DE ZINE CHAMADA DE 'PIOR BANDA DE TODOS OS TEMPOS' APÓS FALTA EM ENTREVISTA

Deep Purple fez um inimigo, e seu nome é Kevin Hall.

Hall, 24 anos, um escritor da zine e website Metal Perpétuo lançou uma guera de um só homem contra a banda veterana depois que uma entrevista agendada com Roger Glover foi "abandonada" pelo lendário baixista.

"Eu contactei ele através de seu site quando ele lançou Snapshot (disco solo de 2002)," disse Hall, furioso. "Eu tenho sido um fã dele e do Purple durante anos, e eu fiquei surpreso pra caramba quando ele realmente respondeu. Eu sugeri que mantivéssemos contato e fizéssemos uma entrevista após o término do novo disco do Deep Purple e ele disse que isto seria bacana. Então, algumas semanas atrás, eu mandei um e-mail pra ele e ele me respondeu duas horas depois, e nós combinamos um horário, na última terça, às 13:00."

Apenas uma pessoa manteve o compromisso.

"Então lá estou eu sentado, e são mais ou menos 13:10, e eu estou pensando 'A qualquer momento,'" explicou Hall. Mas então eram 14:00, 16:00 e então eu finalmente desisti. Roger Glover parecia ser um cara legal. Ele não se importa com os fãs, ou pessoas como os meus pais, que ajudaram a fazer do Deep Purple o que eles são."

Glover tem uma versão diferente sobre isso.

"Eram quase 12:45 da tarde," disse Glover, em Orlando. "Eu estava terminando de almoçar e lendo o jornal quando meu celular tocou. Era a esposa -- acontece que ela estava em um pequeno acidente no caminho de casa partindo do supermercado perto de nossa residência. Coisa totalmente acidental, cara tentou passar o sinal amarelo, ficou vermelho, bateu na mulher. Ela bateu um pouco a nuca, e eles decidiram levar ela para o hospital só pra ficarem tranqüilos. Eu encontrei ela no hospital e depois que eles a mantiveram em observação, eu levei ela pra cara pelas 17:00. Ela está meio abatida, mas estará OK em duas semanas.

"Então eu a servi uma xícara de chá e deixei ela descansar," continuou Glover, "e então eu percebi que era melhor eu ligar pro amigo Kevin e contar a ele o que aconteceu. Eu caí numa secretária eletrônica que disse 'Eu não estou aqui, por favor deixe uma mensagem, a menos que você seja Roger Glover e neste caso, você pode se danar!' Mas do que se trata isso?"

"Ei, eu estava chateado e eu ainda estou," disse Hall. "Como pode alguém simplesmente dispensar um fã daquele jeito? Tudo que eu sei é que o depósito de CDs ao longo da estrada teve sua sessão do Deep Purple bem engordada na hora que eles fecharam naquele dia, vou te dizer! Ah, e Lethal Heroes do Pretty Maids (produzido por Glover e com particiações do Glover e do baterista do Purple Ian Paice)? No Ebay, enquanto conversamos, mi amigo. Roger Glover pode lamber o meu saco!"

"Eu deixei uma mensagem para Kevin, apesar da saudação um tanto agressiva," Glover explicou. "Ei, todos nós perdemos nossa compostura às vezes -- o tempo todo se você for Ritchie Blackmore, mas deixe pra lá -- Eu expliquei para Kevin que minha esposa se envolveu em um acidente de carro e que esta foi a primeira vez que eu estive em casa desde que isto aconteceu. Eu lhe deixei meu número de casa e meu celular. Mas ele nunca ligou. Muitos dos outros amigos ligaram, no entanto."

"É, tá certo," disse Hall. "Eu postei seus números de telefone em cada fórum de discussão de rock e metal que eu pude encontrar, chupador. Você não sacaneia com Kevin Hall. Se você fizer isso, eu irei aniquilar seu disco atual."

Mantendo sua palavra, Hall já publicou uma review 0/10 fulminante do emergente Bananas do Deep Purple (disponível em Agosto), apesar de não ter nem ouvido o disco ainda. A crítica de Hall, avacalhando com tudo desde "tecladista poser" Don Airey à "Americano Nativo querendo ser guitarrista" Steve Morse está na atual edição de Metal Perpétuo (Perpetual Metal). No entanto, ele reservou sua crítica mais dura para Glover, a força motriz por trás do Deep Purple desde a saída de Blackmore em 1993.

"E vamos falar sobre Roger Glover," diz a review de Hall. "Terá este cara nunca telefonado alguma vez? Talvez nos tempos do Machine Head, mas mesmo isso é discutível. Não, Eu diria que o Deep Purple só apenas veio à vida na extensão dos três discos de estúdio entre 1973-75, com Burn, Stormbringer e Come Taste the Band. E o que você sabe? Glenn Hughes tocou baixo naqueles."

Depois de dar aos dois discos de estúdio pós-Blackmore, conduzidos por Glover (Purpendicular de 1996 e Abandon de 1998) ambos avaliação 10/10, Hall revisou seus sentimentos sobre eles:

"Eu altero ambas reviews para -5," disse Hall. "Deep Purple não tem o que fazer sem Ritchie Blackmore. Qual a proposta do Glover? Pare de bater num cavalo morto, cara. E qual a moral da bandana? Todos nós sabemos que você é careca!"

A raiva de Hall não dissipou na semana passada. Ele planeja publicar uma nova review fulminante do Bananas em cada edição pelo próximo semestre e e já escreveu reviews dos quatro discos ao vivo e três DVDs que que serão resultado inevitável da turnê mundial do Bananas.

"Vou perguntar ao meu editor se é possível dar a um disco a pontuação de -100," disse Hall. "Porque eu já sei que essas gravações são desprezíveis."

Hall iria acrescentar mais, mas teve de encerrar a conversa.

"Merda, já são 17:20? O [baterista do Queensryche] Scott Rockenfield ficou de me ligar às 5:00. Você não ouviu o clique de chamada em espera, né?"

- Mark Tinta

Email de....

"Tchê do Pampa" endereço de email retido

BOICOTEM O DEEP PURPLE

CANCELEM o show em Porto Alegre (Brazil) no próximo 18 de Setembro!

Vocês são "persona non grata" em Porto Alegre ou no Estado do Rio Grande do Sul!

Qualquer amigo ou "amigo gay feliz" do estúpido "Casseta &Planeta" grupo gay estúpido é nosso inimigo. Não vá para Porto Alegre!

Artigo tirado de 'Classic Rock', Outubro de 2003.

Busca inútil?

Claramente sentindo falta da presença de Jon Lord, o 'absolutamente competente' Purple decide 'existir dentro de seus limites', enquanto uma nação não se importa.

Deep Purple
'Bananas'
(EMI)

Quando, em 1969, Jon Lord disse à seus amigos do Deep Purple que ele tinha uma idéia brilhante para um concerto que eles poderiam gostar de tocar junto, suas respostas foram simples: "É, porque não?"

As coisas mudaram, parece. Quando 'Concerto…' foi re-lançado há dois anos atrás, a turnê subsequente, de acordo com o guitarrista Steve Morse, "despertou o desejo em Jon a fazer mais no seu estilo de música". A resposta no século 21 de sua banda foi parecida com: "Você tem que ir então, colega…" E então ele foi.

É irônico, então, que o momento mais legal no curiosamente chamado 'Bananas' é uma balada chamada 'Haunted' que contém um conjunto de cordas e vocais adicionais de Beth Hart. Tal aventura e toque brilhante está ausente no restante; a banda produziu o que é efetivamente uma série de jams de estúdio, escritas em um mês e gravadas no outro dos dois lados do Natal de 2002. E onde os anos de batalha nas rodovias e estradinhas do mundo significam que o Purple nunca é qualquer coisa além de absolutamente competente e ocasionalmente melhor do que isso, músicas como 'Razzle Dazzle' e 'Sun Goes Down' são cheias de tédio. Elas mostram a idade daqueles que estão apresentando elas em todas as formas: tematicamente, estilisticamente e musicalmente.

A perda de Lord tem sido um golpe para eles. O som do Deep Purple - rico, fluente e espirituoso - veio da ação combinada de seu Hammond com a guitarra líquida de Ritchie Blackmore e a voz pesada de Ian Gillan. Dois-terços daquela mistura se foram e a fração restante, enquanto habilmente racionada por seu provedor, tem sido naturalmente drenado pelos anos.

Steve Morse tem trabalhado duro para ser aceito como substituto de Blackmore e ele é um bom guitarrista com sua própria assinatura. Ele simplesmente não é Ritchie Blackmore. De forma similar, Don Airey, chamado mais uma vez nos sapatos do homem morto, pode replicar os órgão-smos de Lord sem sequer sugerir que ele tenha adicionado alguma coisa a mais. Isto pode parecer desagradável - Morse fornece um solo deslumbrante em 'I've Got Your Number', e Airey alguns bons preenchimentos e derrames na faixa título - mas isto é não obstante justo e necessário. É a infeliz consequencia de ter sido uma vez tão vivaz e briliante e esta é uma condição que aparece tão frequentemente em seus ilustres contemporâneos também.

A banda é claro controla isto, mas até quando se espera que o ouvinte diminua suas expectativas? É como ir assistir a uma partida beneficente de futebol cheia de velhas estrelas: o fantasma do seu talento ainda está lá, mas é fugaz e aparente apenas para aqueles que os assistiram tantas vezes em fina-flor; há o momento ocasional de habilidade, mas eles estão ofegantes como cavalos de caroça exaustos ao meio turno.

É assim que é com bandas veteranas. 'Never A Word' é muito amável, assim como 'Haunted'. 'Contact Lost' é - julgando pelo seu título e estilo - uma manhosa ironia sobre a presente banda de Ritchie Blackmore e 'Walk On' e 'Bananas' recriam humores que o Purple so effortlessly evocou no passado. Na maior parte do tempo, a banda parece contente em existir dentro de seus limites. Gillan, seu eletrizante falsete agora removido da mistura, compensa com algum fraseado esperto, mas muito frequentemente ele soa como Bruce Dickinson - um destino merecido por nenhum homem.

Os devotos encontrarão alguma coisa aqui para se apegar. O resto de nós pode oferecer ao Deep Purple um consolador tampinha nas costas e um agradecimento de coração pelo que já foi.

Jon Hotten

EM RESUMO

Os caras do Purple fazem o possível para ficarem bananas (malucos), mas o melhor que eles podem tentar servir é um limão.